Primeiro você mede e descobre quanto o alternador aguenta; depois o simulador roda com a curva daquele veículo. Funciona para 12 V (carros e vans) e 24 V (caminhões e ônibus).
Valores genéricos de sistema elétrico automotivo, não do seu veículo.
| Em repouso, 2 h parada | 12,60 a 12,80 V |
| Logo após desligar | 12,80 a 13,20 V |
| Durante a partida | não cair de 9,6 V |
| Marcha lenta, nada ligado | 13,8 a 14,8 V |
| A 2000 rpm | a mesma (±0,2 V) |
| Com tudo ligado | não cair de 13,0 V |
| Consumo parasita (desligado) | 20 a 50 mA |
| Massa do motor ao chassi | abaixo de 0,1 Ω |
| Terminais da bateria | firmes, com chave |
| Correia do alternador | sem folga |
Em 24 V as tensões dobram: bateria 25,2 a 25,6 V; regulador 27,6 a 29,6 V.
“ELM327” é o nome do chip, não do modelo. O que decide é o tipo de rádio:
| ELM327 Bluetooth comum (SPP) | não serve |
| ELM327 Wi-Fi | não serve |
| ELM327 BLE 4.0 (Bluetooth Low Energy) | serve |
| ELM327 USB (de cabo) | serve no PC |
No computador existe um segundo caminho: um ELM327 de cabo USB, que custa entre R$ 40 e R$ 60 e é o mais estável de todos — não pareia, não cai e não tem confusão de versão de Bluetooth. O botão “Conectar por cabo USB” aparece sozinho quando você abre o app num computador. No celular ele não aparece, porque cabo USB só funciona no computador.
Um app que roda no navegador só enxerga BLE. O adaptador de trinta reais quase sempre é o Bluetooth comum: funciona bem em aplicativos de loja, mas é invisível aqui. Procure no anúncio por “BLE” ou “Bluetooth 4.0” — e desconfie se o preço for baixo demais, porque muito anúncio diz 4.0 e entrega o comum.
Como saber sem abrir o pacote: toque em Conectar. Se o nome do adaptador aparecer na lista, ele é BLE e serve. Se a lista vier vazia, ele é Bluetooth comum — o navegador não enxerga esse tipo, e nem chega a tentar ler o carro.
Ainda não conectou.
É ela que decide a tensão e a corrente do ajuste. Modelos diferentes aceitam coisas bem diferentes — escolher errado aqui pode danificar o aparelho.
O que decide o ajuste é a entrada solar da estação, não a potência de saída dela. Uma estação de 1800 W de saída pode aceitar só 200 W de entrada.
| Modelo | Tensão | Corrente | Entrada | Bateria |
|---|
Cinco modelos foram conferidos nos manuais oficiais da Bluetti (Elite 100 V2, AC200L, EB3A, EB55 e EB70), e a Premium 100 V2 foi conferida na etiqueta do próprio aparelho, que traz 12V–60V / 20A / 1000W impresso ao lado da entrada. Os marcados como não conferido vieram de fontes públicas e ainda não foram checados em manual — nesses, confira o seu antes de regular. Havendo divergência, vale o manual: escolha “outra” e digite.
Os 45 V deste projeto (50 V em 24 V) valem para estações que aceitam até 60 V na entrada solar — é o caso da Bluetti Elite 100 V2, para a qual o Auto Gerador foi dimensionado, e de modelos como AC180, AC70 e AC200L.
Vários modelos aceitam bem menos. As linhas EB3A, EB55 e EB70, por exemplo, aceitam no máximo 28 V. Ligar 45 V na entrada delas é aplicar quase o dobro do permitido — pode danificar a estação.
A corrente também muda: a Elite 100 V2 aceita 20 A, mas AC180 e AC70 aceitam 10 A, e as EB aceitam 8 A. Em 24 V isso importa, porque 900 W exigem 18 A.
Meça a saída antes de conectar. Ligue o Auto Gerador no veículo com a estação desconectada, e confira a tensão de saída com um multímetro de boa qualidade. Só conecte depois de confirmar que está no valor certo e dentro do limite da sua estação. Um trimpot desregulado só se descobre assim — ou queimando o aparelho.
O inversor transforma os 12 V do carro em 127 V de tomada. É o caminho mais barato para quem não vai comprar uma estação de energia — e o app calcula qual cabe neste veículo.
Carregue um exemplo para ver como a ferramenta funciona. Depois é só substituir pelos números do seu veículo.
Ligue as cargas uma a uma, acumulando, e anote a tensão a cada passo. Pare quando ela cair abaixo de 13 V.
Três testes de autoelétrica que se fazem só com o multímetro. Nenhum é obrigatório, mas cada um pega um problema que o teste de carga sozinho não enxerga — e que atrapalharia o Auto Gerador depois de instalado.
Os consumos de cada carga são valores típicos e podem ser ajustados. O que a ferramenta usa são as tensões que você mediu — elas revelam a capacidade real do alternador daquele veículo.
Este aplicativo responde uma pergunta que ninguém costuma saber responder: quanta energia sobra no seu carro, e o que dá para fazer com ela.
Você liga o motor, anota algumas tensões com um multímetro — ou deixa o app ler sozinho, se tiver um adaptador OBD — e ele calcula o resto:
Serve para quem vai instalar um Auto Gerador, para quem só quer um inversor no carro, e para quem precisa saber se o alternador aguenta antes de comprar qualquer coisa. Não custa nada e funciona sem internet depois de instalado.
O Auto Gerador usa o alternador do veículo para carregar uma bateria. Enquanto o motor roda, o alternador produz energia; o Auto Gerador pega essa energia em 12 V ou 24 V, eleva a tensão e a entrega para a estação de energia ou o banco de baterias. Você guarda o que o motor produziu e usa depois, com o motor já desligado.
Essa é a confusão mais comum, e os dois são opostos: o inversor gasta a bateria, o Auto Gerador enche a bateria. Um não substitui o outro — eles são etapas diferentes do mesmo caminho:
O Auto Gerador enche o que o inversor esvazia. Numa estação de energia, o inversor já vem dentro dela.
Por que não ligar o inversor direto na bateria do carro? Funciona, mas a bateria de partida não foi feita para descarregar fundo — algumas dezenas de ciclos assim e ela morre, e você ainda corre o risco de ficar sem partida no meio da queda de energia. Com o motor ligado, você fica preso ao que o alternador entrega naquele instante, e nada sobra guardado: desligou o motor, acabou a energia. O Auto Gerador existe para quebrar essa dependência.
Carro de passeio, van, utilitário e picape são 12 V, e é aí que o Auto Gerador mais é usado. Não confunda com a bateria de destino: a entrada em 12 V é a situação normal e esperada; o que não dá é usar a saída para carregar uma bateria de 12 V, porque o conversor só sobe tensão e 12 V de saída fica colado nos 14,5 V que entram.
Em 24 V (caminhão, ônibus, alguns utilitários grandes) tudo muda de escala: a mesma corrente carrega o dobro da potência, e sobra bem mais para o Auto Gerador. O app calcula os dois casos.
O teto de potência não depende da bateria de destino: quem limita é o alternador, o cabo e o fusível. É isso que este app mede. Ajuste a potência pelo que o seu veículo entregou no teste, não pelo que a bateria aceitaria.
marcha lenta
Base do motor: 25 A rodando, 18 A parado (ignição, injeção, bomba, ECU).
a Bluetti aceita 12 a 60 V
Este aplicativo responde uma pergunta que ninguém costuma saber responder: quanta energia sobra no seu carro, e o que dá para fazer com ela.
Você liga o motor, anota algumas tensões com um multímetro — ou deixa o app ler sozinho, se tiver um adaptador OBD — e ele calcula o resto:
Serve para quem vai instalar um Auto Gerador, para quem só quer um inversor no carro, e para quem precisa saber se o alternador aguenta antes de comprar qualquer coisa. Não custa nada e funciona sem internet depois de instalado.
O Auto Gerador usa o alternador do veículo para carregar uma bateria. Enquanto o motor roda, o alternador produz energia; o Auto Gerador pega essa energia em 12 V ou 24 V, eleva a tensão e a entrega para a estação de energia ou o banco de baterias. Você guarda o que o motor produziu e usa depois, com o motor já desligado.
Essa é a confusão mais comum, e os dois são opostos: o inversor gasta a bateria, o Auto Gerador enche a bateria. Um não substitui o outro — eles são etapas diferentes do mesmo caminho:
O Auto Gerador enche o que o inversor esvazia. Numa estação de energia, o inversor já vem dentro dela.
Por que não ligar o inversor direto na bateria do carro? Funciona, mas a bateria de partida não foi feita para descarregar fundo — algumas dezenas de ciclos assim e ela morre, e você ainda corre o risco de ficar sem partida no meio da queda de energia. Com o motor ligado, você fica preso ao que o alternador entrega naquele instante, e nada sobra guardado: desligou o motor, acabou a energia. O Auto Gerador existe para quebrar essa dependência.
Carro de passeio, van, utilitário e picape são 12 V, e é aí que o Auto Gerador mais é usado. Não confunda com a bateria de destino: a entrada em 12 V é a situação normal e esperada; o que não dá é usar a saída para carregar uma bateria de 12 V, porque o conversor só sobe tensão e 12 V de saída fica colado nos 14,5 V que entram.
Em 24 V (caminhão, ônibus, alguns utilitários grandes) tudo muda de escala: a mesma corrente carrega o dobro da potência, e sobra bem mais para o Auto Gerador. O app calcula os dois casos.
O teto de potência não depende da bateria de destino: quem limita é o alternador, o cabo e o fusível. É isso que este app mede. Ajuste a potência pelo que o seu veículo entregou no teste, não pelo que a bateria aceitaria.
O Auto Gerador nasceu de uma preocupação concreta: a possibilidade de quedas de energia mais longas e mais frequentes a partir de agosto de 2026, com o El Niño e os eventos climáticos extremos que vêm se repetindo em larga escala pelo mundo.
A ideia por trás dele é simples. Quem tem um carro tem, dentro dele, um gerador — parado na garagem, sem uso, esperando. Esse motor pode encher uma bateria, e dessa bateria sai energia para a casa: geladeira, roteador, celulares, ventilador, lâmpadas. Não é para todo mundo, porque nem todo mundo tem carro — mas para quem tem, é uma usina de reserva que já está paga.
Se este projeto ajudar alguém a atravessar uma emergência, já valeu o trabalho.